segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

OLHAI, VIGIAI e ORAI

“ E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá, também, coisas espantosas, e grandes sinais do céu.
Mas, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.
Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo..” – (Lc 21. 11; Mc 13. 32, 33)
O que houve no Haiti e as consequências desta catástrofe é previsto no sermão profético de Jesus Cristo, nos evangelhos do Novo Testamento. Já vi vários artigos dizendo sobre o que aconteceu no Haiti no sentido de julgamento daquele povo por seu pecados. Não é bem assim. A bíblia nos diz que isto aconteceria em muitos lugares. Se fosse por causa de pecado, quem escaparia da ira de Deus? Não existiria país que pudesse não ser julgado. Em todos os lugares nos diz a Bíblia. Isto aconteceu na Califórnia – EUA, em Istambul – Turquia, Tóquio – Japão, na Grécia, Itália, etc. Cada vez mais sabemos de terremotos em todos os lugares, isto é apenas um sinal, sinal dos eventos que precedem a volta de Cristo. Há outros sinais: pestes, guerras, violências, fomes (como está acontecendo no Haiti), etc. Há também várias interpretações do que haverá de acontecer no fim dos tempos. Exatamente como será é uma incógnita. Existe muita especulação, somente o que é certo é que, acontecerão estas coisas e, haverá arrebatamento e Jesus voltará. Mas, quando e como isto acontecerá, se antes da grande tribulação, ou no meio, ou depois... Se será um acontecimento único ou separado (o arrebatamento e a segunda vinda), não podemos ter a certeza. Cada um é livre para pensar ou interpretar como quiser (com coerência é claro) e, isto não mudará o fato dos acontecimentos. Cristo voltará! O que Cristo deixa implícito em sua revelação é que devemos observar, vigiar e orar. Estar vigilante é o mandamento de Jesus mais importante para se manter viva a esperança da Igreja. Vigiar e esperar a volta de Cristo é o que nos faz perseverar e, ai daquele que não estão vigilantes e estão longe de Cristo (Mt 25. 1 – 13). Que a palavra MARANATA esteja em nossos lábios como louvor e adoração – “Maranata – ora vem Senhor Jesus!” Ap 22. 20.
Graça e Paz. video

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Você está pronto para pagar o preço?

Será que você está pronto para pagar o preço? Alguns que se dizem “evangélicos” e pregam somente sobre a prosperidade, uma vida de bênçãos materiais, que chegam a dizer que se o fiel não tem posse de coisas materiais, assim como: carro importado, casas em vilas ricas, uma poupança gorda e coisas assim, não são abençoados e vivem em pecados. Esse tipo de “pregador” que dizem que o crente só deve ter bênçãos em cima de bênçãos (materiais), provavelmente não conhece, ou ignora o verdadeiro evangelho de Cristo. Estará este pronto para pagar o preço das boas-novas? A resposta evidentemente é NÃO. Em Romanos 8.18 – “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”. Paulo ao pronunciar estas palavras, certamente estava falando de um acontecimento e uma experiência própria a qual estava vivendo; uma perseguição pela Palavra da Cruz. (2 Co 1. 3- 11) Ele estava sentindo em sua vida o peso e pagando o preço de SER um cristão autentico. Um cristão autentico, é aquele que leva em seu corpo as marcas de Cristo (Gl 6.17). Marcas estas que não são visíveis ao olho humano, porém são sentidas quando se trabalha em favor do Reino Espiritual. Quanto custa então, o preço de ser Cristão? NADA, em comparação ao preço pago na cruz do calvário por Cristo. Talvez se viver uma vida totalmente dedicada à obra de Deus, ainda assim será de pouco valor se comparar com a obra de Deus Pai ao entregar seu Filho, despido de toda a majestade, em amor ao Mundo (Jo 3.16). Porém em meio ao sofrimento, Cristo diz: “... Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”. (Jo 16.33) Por mais pesado e custoso o trabalho, Deus nos conduz e alivia através do Poder de seu Filho, e nos consola com a ação de Seu Santo Espírito. As aflições e angústias não custam nada perto da Glória que teremos no futuro com Deus. “Sei o que é passar necessidade e sei o que ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece”. (Fl 4. 12 e 13) A Palavra de Deus não nos direciona à Prosperidade MATERIAL e sim uma satisfação ESPIRITUAL (estar alegre). Você está pronto para PAGAR o PREÇO?
Graça e Paz

Não Somos “O Único”

Muitas vezes nos encontramos em situações que parecem que somos “o único” a defender uma causa. Neste momento onde vemos a Palavra do Senhor sendo usada de maneira incorreta, usada como meio de se ganhar dinheiro a custas da fé de muitos. Onde encenações de curas e expulsões de demônios têm maior destaque e atenção do que a pregação da Palavra de Deus. Parece que somos “o único” a defender a verdadeira causa do evangelho. Em 1 Reis 19, dos versículos 9 a 18, mostra Elias em uma caverna, sozinho, desapontado com a situação de seu povo, entristecido, deprimido e ameaçado de morte. Parecia ser “o único” a defender a causa de Deus de Israel. Em sua ótica via o povo todo imerge a idolatria, “... Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, o Deus dos Exércitos. Os israelitas rejeitaram a tua aliança, quebraram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada. Sou o único que sobrou, e agora também estão procurando matar-me.” (vs. 10 e 14). Porém, a ótica de Deus não é a mesma nossa. Ele enxerga além, e está no controle da situação. Nossos olhos não alcançam os corações e intenções dos homens. Onde não vemos esperanças Deus faz brotar esperança. Assim, Deus mostra para Elias que ele, na verdade, não estava sozinho. Além mandar ungir dois reis, Hazael como rei da síria e Jeú como rei de Israel, manda também ungir Elizeu como seu sucessor. E ainda, Deus preserva a vida de sete mil fieis israelenses, que não haviam se curvado ao deus Baal, para seu exército. Não é maravilhoso? Quando achamos que somos “o único” a defender a causa de Deus, ele mostra que na verdade está sobre o controle da situação e seu exército é maior do que esperamos.
Graça e Paz

Alimento Espiritual

O capítulo 19 de 1Reis conta-nos que um dos maiores, se não o maior dos profetas de Deus de todos os tempos, Elias, teve medo. Mesmo depois de presenciar todo o Poder de Deus manifestado em sua presença, temeu seu futuro logo que foi ameaçado de morte. Nos versículos de 1 a 8, presenciamos um sentimento que, em muitas vezes em nossas vidas, pode nos ocorrer, o sentimento de impotência. Perante a situação negativa de sua vida, Elias prefere fugir do lugar onde se encontrava e entra literalmente num deserto, caminhando um dia inteiro. Podemos observar seu cansaço e angustia e, achando uma árvore no meio do caminho ele se põe a orar. É alimentado por um anjo de Deus, mesmo depois de clamar por sua morte em uma depressão profunda. O interessante neste texto é que, após ser alimentado e ter descansado e, novamente se alimentado, isto lhe dá vigor o suficiente para caminhar quarenta dias e quarenta noites até a presença de Deus no monte Horebe.
Podemos passar por medo, sentimento de impotência, angústia e depressão. Podemos caminhar em um deserto de solidão e vazio interior, onde parece que Deus nos abandonou. Mas, se buscarmos no deserto uma sombra de acalanto e refrigério, mesmo com vontade de entregar os pontos, é hora de refletir e achar em Deus o alimento para prosseguirmos o caminho. Perseverar é preciso nesta caminhada até conseguir de Deus a resposta para todo esse momento de perturbação. Confiemos em Deus e ele nos mandará anjos para nos servir o alimento espiritual.
Graça e Paz

O Deus que Age no Oculto

Oculto é um adjetivo da língua portuguesa que significa ALGO ESCONDIDO ou SOBRENATURAL. Na bíblia, em Mateus 6, há três passagem que Jesus aponta para “...o Teu Pai que está em oculto...” (vs. 4, 6, 18). O primeiro falando sobre esmola, segundo sobre oração e o outro sobre jejum. Temos que entender que nossos votos são a Deus, somente a Ele devemos nos apresentar como sacrifício vivo, santo e agradável. (Rm 12.1) Todo o nosso proceder deve ser apresentado a Ele em oculto, e a promessa é que Ele nos recompensará publicamente. O primeiro ponto que devemos analisar aqui é a ação: dar, fazer, entregar, etc. É a Lei da Semeadura – aquilo que se plantar irá colher – aí, se escolhe o que plantar: coisas boas ou más. Porém, aquilo que se plantou terá que colher. Ao dar uma esmola, ao orar, e ao jejuar, não se pode estar anunciando, mostrando – “olha estou dando esmola, olha estou aqui ajoelhado orando, olha estou em campanha de jejum, etc.” – No sentido de sobrenatural, de estar escondido, em secreto, ou seja, de não poder ver, é preciso usar uma ferramenta que Deus deu a cada um de nós, a fé. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11. 6), porém tendo fé de fato agradamos a Deus. E, é isso que Ele espera de nós, que acreditemos naquilo que não vemos, que usemos da fé para conquistar o que o nosso coração mais deseja. Deus está agindo em oculto a nosso favor e recompensará tudo o que fazemos em favor de sua vontade: "Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque, com a mesma medida com que medirdes, também vos medirão de novo.” (Lc 6.38) - “Porque Deus é o que opera em vós, tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” (Fp 2.13)

Graça e Paz

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

RESPONSABILIDADE NA CONSAGRAÇÃO

“Todavia, nenhuma coisa consagrada, que alguém consagrar ao Senhor de tudo o que tem, de homem, ou de animal, ou do campo da sua possessão, se venderá nem resgatará; toda a coisa consagrada será uma coisa santíssima ao Senhor. Toda a coisa consagrada, que for consagrada do homem, não será resgatada; certamente morrerá.
Também, todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.” – (Lv 27. 28 – 30)

Quando falamos em consagração não temos a noção exata do termo. Para o povo de Israel, Deus deixou claro através da lei o que significava tal termo. Consagração, antes de mais nada, era para Israel e é para nós, uma coisa santíssima ao Senhor. Depois, qualquer coisa consagrada a Deus era de Deus e não tinha como resgatar, ou seja, não dava para desfazer tal compromisso. Na verdade, o que Deus quer nos mostrar, é que quando consagramos nossas vidas ao Senhor, não tem mais volta. Para Israel quando alguém voltasse atrás na decisão de consagração o castigo era a morte. Hoje, o que Deus requer de nós é o compromisso, a fidelidade, reconhecimento, dedicação em Sua obra, tal como fossemos morrer se não agíssemos assim. O dízimo também deve ser consagrado a Deus, o dízimo pertence a Deus e é santo. Quando se recebe o ganho mês a mês, o assalariado ou o empresário, deve dedicar, consagrar a parte que cabe ao Senhor. Esta atitude é de reconhecimento de que Deus está nos abençoando e que, tem nos dado o sustento e não deixado passar por necessidades. Porém, esta consagração de vida ou de dízimos não deve ser feita depois de esperar o agir de Deus, deve ser feita antes das coisas acontecerem, como prova de fé. Deus não agirá antes para que nós ajamos amanhã. Ele se agrada com nossa fé (Hb 11. 6), portanto, ele espera que tomemos uma atitude de fé, para que Ele possa tomar uma atitude de bênção, no tempo certo, em nossa vida. Deus tem uma bênção especial para você e para mim. O que temos feito para merecer esta bênção guardada para nós? Pense.
Graça e Paz.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Corpo, Alma e Espírito Consagrados a Deus

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis, para a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo.

Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.” – (I Ts 5. 23 – 24)

Sendo nós a semelhança de Deus, digo semelhança e não igualdade, temos três elementos formadores desta unidade, assim como Deus. É obvio que Deus é formado por três elementos espirituais (Jo 4.24) de igual importância de força e divindade, porém com características e funções diferentes, atuando de forma conjunta. Nós seres humanos somos formados por: corpo, alma e espírito. Temos a parte física (corpo), a parte mental, emocional, racional, etc. (alma), e o fôlego de vida, essência, existência, parte dada por Deus (espírito). O que precisamos entender é que, se temos estes três elementos formadores do ser, estes três devem ser consagrados a Deus. Em Romanos 8, o apóstolo Paulo nos instrui a andar segundo o espírito. Quando aceitamos a Cristo como nosso Senhor e Salvador, somos unidos a Deus pelo Seu Espírito através do espírito – “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” – Rm 8.16. A carne, falada por Paulo em Romanos, é o desejo carnal, ou a concupiscência, não está ligado ao corpo como estado físico, mas está ligado pelo estado mental, ou seja, a alma. Quando o apóstolo diz – “Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.” – Rm 8.8, quer dizer que os que mentalmente estão desfrutando da concupiscência da carne, estão ligados a carne, se inclinam para as coisas da carne, este estão em pecado, não estão agradando a Deus. Corpo, mente e espírito devem agradar a Deus. Busque em Deus isto, Ele é fiel, e também o fará fiel!
Graça e Paz!